Representar a diferença é o primeiro passo para aceitar o outro. O outro tem todo o direito de construir sua consciência em liberdade, sempre que seus atos não impeçam que os demais desfrutem da mesma liberdade. Não se trata de que devemos amar uns aos outros... e sim que devemos conhecer-nos e viver com esse conhecimento... Devemos aprender a aceitar o que não podemos intender.
Nisso consistem as aplicações e o estudo da diversidade: em fortalecer o poder da nossa imaginação para aprender o que está a nossa frente.